terça-feira, 15 de maio de 2012
Depressão Pós-Parto - Dicas de como enfrentar este mal
sexta-feira, 11 de maio de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Método Mãe Canguru e Sling
Escrito por Ana Carolina Infante Ferreira Freire, enfermeira.
sábado, 28 de abril de 2012
Preconceito de carregar o bebê no colo?
A falta de informação faz as pessoas criarem um preconceito sobre carregar o bebê no colo e esta história vem de séculos.
"Babywearing" é um termo definido por William Sears para descrever a prática de carregar os bebês junto ao corpo com o auxílio de um porta-bebê, prática esta que é provavelmente tão antiga como a própria humanidade.
Este hábito de carregar crianças no colo, ainda persiste nas comunidades mais primitivas. Na África onde as crianças estão nas costas de seus pais e familiares, em comunidades indígenas, nos povos orientais e na costa oeste da América do Sul.
Afresco da Collegiata di San Gimignano, Toscana - Itália.
Rainha Vitória
Um carrinho similar ao da Rainha Vitória
A Porshe Design desenvolveu o P'4911, um carrinho para bebês feito em parceria com o designer David Dawood. Em fibra de carbono, alumínio, couro e rodas com rolamento, o novo item de luxo é elegante e dobrável, cabendo facilmente em um porta-malas. O preço ainda não foi revelado.
Carregar o bebê no sling se tornou moda atualmente, as celebridades são flagradas com seus bebês e aos poucos o paradígma vai se quebrando aqui no Brasil.
sábado, 21 de abril de 2012
O sling da Bia
Esta é a Bia filha da Adriana. Ela gosta de ficar de frente olhando para o mundo e no embalo do colinho da mamãe chega até a dormir.
Na correria de vida de mãe moderna Adriana não conseguia fazer muitas coisas quando a Bia tinha cólica e o sling chegou para acalmar as duas.
Veja a felicidade do bisavô carregando a netinha quase dormindo no sling.
quinta-feira, 8 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Retrô Romantico
domingo, 18 de dezembro de 2011
sábado, 17 de dezembro de 2011
A lenda da cegonha

Há muitos anos na antiga Grécia, havia uma ninfa que gostava muito de bebês. Ela era amiga de uma Deusa que se casou com um mortal e foi expulsa por Zeus do Olimpo. Por castigo de Zeus, esta mulher não poderia engravidar, embora este fosse o seu maior sonho. A ninfa soube desta notícia e decidiu procurar na Terra por um bebê abandonado. Ela caminhou por longo tempo e nada encontrou. Cansada entrou em um rio na Grécia para nadar, quando avistou uma cesta flutuando e dentro dela havia um lindo bebê. A ninfa não perdeu tempo e levou a criança até a Deusa que imediatamente adotou o bebê.
Zeus ao saber disto ficou furioso e como castigo, transformou a ninfa em uma cegonha.
Diz o mito que a partir daquela data esta cegonha passou a encontrar bebês abandonados para as mulheres que não podiam ter filhos.
O tempo se passou e esta lenda chegou à antiga Escandinávia com alterações. Na época em que os bebês costumavam nascer em casa, as mães diziam aos filhos que as crianças foram trazidas pela cegonha para justificarem o aparecimento repentino de um novo membro na família. Para explicar o descanso da mãe depois do parto e o quarto sujo de sangue as mulheres falavam aos filhos que a cegonha antes de partir havia bicado suas pernas.
A escolha da cegonha com símbolo foi devido a sua característica dócil e protetora, que dedica atenção especial e carinho às aves doentes ou mais velhas. Os antigos romanos criaram uma lei incentivando as crianças a cuidarem dos idosos, denominada Lex Ciconaria (Lei da Cegonha).
Além deste motivo, já o fato das cegonhas costumarem fazer seu ninho ao lado da chaminé das casas e voltarem sempre ao mesmo lugar para pôr ovos e cuidar dos filhotes. A mistura de generosidade e fidelidade ao ninho criou um símbolo perfeito. A lenda se espalhou pelo mundo no século XIX, através dos contos do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen.
Mallon, Luciana do Rocio. Lenda da Cegonha. Consult. 18 Dez 2012, disponível em http://textolivre.com.br/artigos/11480-lenda-da-cegonha-
Origem da lenda da cegonha. Consult. 18 Dez 2011, disponível em http://www.brasilescola.com/curiosidades/origem-da-lenda-da-cegonha.htm
domingo, 23 de outubro de 2011
Maternidades ganham redes para acalmar o sono dos recém-nascidos
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
A origem do Dia das Crianças

O Dia das Crianças foi criado no Brasil antes de ser comemorado no restante do mundo. A idéia foi de um político brasileiro (deputado federal Galdino do Valle Filho), em 1920, e oficializada em 5 de novembro de 1924 pelo então presidente Arthur Bernardes. Somente entre 1955 e 1960, quando a fábrica de brinquedos Estrela, em parceria com a Johnson & Johnson, lançou a Semana do Bebê Robusto (intenção comercial de aumentar a venda de brinquedos nessa semana) é que ela passou a ser comemorada em 12 de outubro (aqui no Brasil).
Em 20 de novembro de 1959, a UNICEF oficializou a Declaração Universal dos Direitos da Criança e, a partir de então, essa data (20 de novembro) passou a ser comemorada na maioria dos países do mundo.
De acordo com a história e seu significado, alguns países têm outras datas para essa celebração: no Japão, por exemplo, os meninos comemoram no dia 5 de maio (como na China) e as meninas no dia 3 de março, ambos com exposições de bonecos (para os meninos eles lembram samurais). Em Moçambique, essa celebração ocorre no dia 1º de junho para marcar o dia em que as forças nazistas, em 1943, assassinaram cruelmente muitas crianças pequenas. Na Nova Zelândia, aproveitando esse dia para passar mais tempo com a família e sem fins comerciais, essa lembrança ocorre no primeiro domingo de março.
Origem de alguns brinquedos
Já que estamos falando sobre origens, você sabia que alguns dos brinquedos que usamos ou presenteamos hoje foram criados há séculos e até há milênios?
As bonecas, que foram criadas como estatuetas de barro na África e na Ásia, se transformaram em brinquedos há cerca de 5.000 anos no Egito. As casas para essas bonecas parecem ter tido sua primeira aparição na Alemanha, perto de 1.558 como um presente do Duque de Albrecht para sua filha mais velha. Conta-se que essa casa teria quatro andares e teria levado dois anos para ser construída com quarto de vestir, banheiro e outros ambientes. Até 1930, a maioria das crianças no Brasil brincava com bonecas de pano feitas por costureiras e carrinhos de madeira feitos em pequenas oficinas por artesãos.
As bolinhas de pedra, argila, madeira ou osso de carneiro foram as precursoras das bolinhas de gude. As mais antigas eram de pedras semi-preciosas encontradas em um túmulo de uma criança egípcia há 5.000 anos. Mas foi só no século XV que elas se transformaram em bolinhas de vidro (Veneza e Boêmia) e no século XVII de porcelana e louça. Foi através do Império Romano e suas conquistas que houve a disseminação de seu uso como brinquedo pelo mundo. No Brasil, elas são conhecidas por vários nomes (buraca, búrica, firo, bolita).
Já a bicicleta tem sua origem em 1790, conhecida como celerífero (celer=rápido e fero=transporte) por um conde francês (Sivrac), feita de madeira, sem pedais ou correntes, empurrada com os pés no chão. Os carrinhos de brinquedo apareceram ao mesmo tempo que os carrões originais, nos primeiros anos do século XX e o autorama em 1956, na Inglaterra, enquanto o primeiro trem elétrico em miniatura foi feito em 1835 por um ferreiro em Nova York. No Brasil, a Metallurgica Matarazzo foi a primeira fábrica a fazer jipes, carrinhos e aviões de lata. A fábrica Estrela foi a primeira a produzir brinquedos em variedade e quantidade significativa, a partir de 1937, porque com a Segunda Guerra Mundial as importações foram dificultadas e a indústria nacional se desenvolveu em vários setores, inclusive na produção de brinquedos.
Assim também a caixinha de música (1170, Suíça), o bilboquê ou emboca-bola (século XVI, França), o pião (strombo na Grécia ou turba na Roma antiga), entre outros fizeram parte da história até chegarmos aos brinquedos de hoje.
Brinquedos devem ser variados em cores, tamanhos, texturas, sons, formas. Brinque com seu filho e demonstre toda sua alegria!
Fonte.: http://guiadobebe.uol.com.br/a-origem-do-dia-das-criancas/
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
O sling da Lara
Olha a Lara no sling lilás com a Mamãe Andrea!!!
terça-feira, 4 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
O sling do Vinicius


Este é o Vinicius com 4 meses passeando de sling no colinho do Papai Vanir em Minas Gerais.Mamãe Michele diz: "-Quando saio levo o sling. Não consigo sair sem ele pois é ótimo. Nunca imaginei que o sling fosse melhor do que o canguru. Eu indico e aprovo! Ah! Agora meu bebê está com 1 aninho e o peso dele é de 10,1 kg. Espero aguentar meu bebê por mais tempo, me ajuda muuuuuiiiito". 29/11/2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Semana Mundial da Amamentação

Quatro grandes dúvidas sobre amamentação
Na primeira semana de agosto é comemorada a Semana Mundial da Amamentação. São dias para se estimular, incentivar, tirar dúvidas e debater sobre esse tema tão especial. Mesmo com tanta informação, ainda existem mulheres que tem o “pé atrás” com o aleitamento materno. São tabus e mitos que passam de geração para geração que dificultam que a mamãe amamente o seu filho. Vamos identificar e numerar os inimigos dessa relação entre mãe e filho.
1- O peito vai "cair"
Um dos primeiros fatores que levam uma mulher a não querer amamentar mesmo antes de querer ter um filho é a afirmativa que os peitos caem depois de amamentar - Não é a amamentação que faz os peitos caírem. Tem o fator genético, se sua mãe tem o peito caído a sua chance é maior de ter também. E o outro fator é que a pele da região dos seios quando cheios de leite estica e isso pode fazer com que os peitos cedam um pouco depois que o leite seca, amamentando ou não o seu filho.
2- Amamentar dói
Outro inimigo é a dor - Muitas mamães têm medo de sentir dor porque já escutaram amigas relatando dor ao amamentar e outras passam por isso e desistem de amamentar. A dor só aparece quando a posição e a pega do bebê no seu peito estão incorretas e por isso machuca o bico do peito. As informações sobre aleitamento adquiridas antes do nascimento e na maternidade são importantíssimas para que isso não ocorra. Com uma boa pega e posição correta não há dor, mesmo que o bico já esteja machucado. Sempre tem a sogra, a mãe da nova mamãe ou a tia que sempre tem uma dica, uma superstição e até opinião distinta sobre como amamentar seu filho. Aí a mamãe fica no dilema de qual regra seguir ou segue todas e nada dá certo. Mamãe e bebê ficam nervosos e não há amamentação que funcione. Fique calma, agradeça as dicas, siga o que acha importante, mas sempre adote as orientações que aprendeu com os profissionais especializados.
3- O leite da mãe é fraco e por isso o bebê chora de fome
Nem sempre quando o bebê chora é fome e NÃO EXISTE LEITE FRACO - Muitas mulheres acham que isso existe. Cada mulher produz o leite adequado para o seu filho. O bom é que o leite materno é digerido quase que totalmente pelo organismo do bebê e depois de duas a quatro horas ele vai querer novamente. Diferentemente do leite em pó ou de caixinha que têm componentes mais pesados. A digestão fica lenta e o bebê consequentemente dormirá mais depois da ingestão do leite artificial. Podemos comparar quando comemos uma feijoada, dá uma preguiça depois.
4- A mamadeira é mais prática e alimenta mais
LEITE MATERNO É MUITO MELHOR do que o leite de vaca - A geração anterior, das nossas mães, apresentava resistência à amamentação, já que prendia a mulher em casa e estavam numa época de liberdade da mulher. Para quê amamentar se existe a mamadeira. Os benefícios do leite materno não eram tão divulgados e a liberdade era mais importante. Tanto a TV como o cinema incentivavam a mamadeira. Criou-se essa imagem de que a mamadeira com o leite artificial é melhor e que se propaga até hoje por falta de informações.
O sucesso da amamentação depende de força de vontade, determinação e informação. Não é fácil amamentar, mas com ajuda e bons profissionais amamentar exclusivamente até os seis meses da criança vira fichinha.
Bruno Rodrigues
Fonte: Guia do Bebê
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Best Sling na passarela do Shopping Center Norte
terça-feira, 5 de abril de 2011
domingo, 28 de novembro de 2010
Adriane Galisteu entra com o filho no colo para cerimônia de casamento


Toda de branco e carregando o filho, Vittorio, de quatro meses, em um sling feito de musseline de seda no mesmo tom de seu vestido, Adriane Galisteu trocou alianças com o empresário Alexandre Iódice, durante festa realizada no Spa Sete Voltas, em Itatiba, São Paulo, no começo da tarde deste sábado (27).
O casal, que já havia oficializado a união no civil no mês de junho, aproveitou para batizar o bebê de quatro meses. Momentos depois da cerimônia de casamento, comandada pelo Padre Monsenhor Paulo e que durou cerca de quinze minutos, a apresentadora colocou sal na boca do filho, que foi segurado pelo pai. Sorridente, ela agradeceu aos elogios dos convidados, que vestiram roupas brancas para a cerimônia ao ar livre, em uma capela no meio de um bambuzal.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Barbie em "Vida de Sereia"
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Estudo revela que bebês estressados tornam-se adultos ansiosos
"Se bebês estão passando uma parte significativa do tempo em um carrinho que inibe sua capacidade de se comunicar facilmente com seus pais, em uma idade em que o cérebro está no maior nível de desenvolvimento de toda a sua vida, então isso tem que ter um impacto negativo no desenvolvimento", disse a Dra. Zeedyk.
Melhor posição do bebê no carrinho
A posição que você leva seu filho no carrinho tem grandes implicações sobre o desenvolvimento cerebral e o aprendizado do seu bebê. A descoberta foi feita em uma pesquisa inédita realizada na Grã-Bretanha.
O estilo tradicional dos carrinhos de bebê - com a criança voltada para a frente e de costas para os pais - pode estar inibindo o desenvolvimento sadio das crianças. Sendo levadas desta forma, as crianças interagem menos com seus pais e falam muito menos, o que retarda o seu desenvolvimento cognitivo.
Sono e batimentos cardíacos do bebê
O estudo, feito pela Dra Suzanne Zeedyk, da Universidade de Dundee (Escócia), observou 2.722 pais que levavam seus filhos em carrinhos de bebê. Em outro experimento controlado, 20 crianças foram levadas por um percurso de 1.600 metros, no qual os cientistas observavam o comportamento dos pais e dos bebês.
Os resultados mostram não apenas que os pais falam muito menos com os bebês que estão virados para a frente, como também que os seus padrões de sono e taxas de batimentos cardíacos variam em relação às crianças que estão sendo levadas no carrinho olhando para seus pais. Os pesquisadores sugerem que isto significa que olhar para os pais é menos estressante para as crianças.
Falando e sorrindo para seu filho
Segundo a pesquisa, 62% das crianças estavam de costas para quem empurrava o carrinho, índice que sobe para 86% quando as crianças tinham entre 1 e 2 anos de idade.
Os pais que empurravam os carrinhos olhando diretamente para os filhos conversavam muito mais com as crianças (25% contra 11%). Tanto os pais quanto as crianças sorriem mais quando estão frente a frente.
As crianças que são levadas de costas para os pais têm o dobro de chance de dormirem no trajeto, inibindo sua interação com os pais e com o mundo exterior, além de, eventualmente, causar problemas nos horários normais de sono.
Impacto no desenvolvimento do cérebro do bebê
"Se bebês estão passando uma parte significativa do tempo em um carrinho que inibe sua capacidade de se comunicar facilmente com seus pais, em uma idade em que o cérebro está no maior nível de desenvolvimento de toda a sua vida, então isso tem que ter um impacto negativo no desenvolvimento", disse a Dra. Zeedyk.
"Nosso estudo experimental mostrou que, simplesmente virando a posição do carrinho, a taxa com que os pais falam com os filhos dobrou. Nossos dados sugerem que para muitos bebês hoje, a vida em um carrinho é emocionalmente mais pobre e possivelmente mais estressante. Bebês estressados tornam-se adultos ansiosos", conclui a pesquisadora.
Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=posicao-do-carrinho-pode-inibir-desenvolvimento-do-bebe
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
A origem do Sling de Argolas
Ele conta que haviam comprado um carregador de frente para levar Fonda recém-nascida e não ficou satisfeito, pois a alça dos ombros era inadequada e sua esposa não conseguia amamentar sua filha. O tecido era sintético e desenvolveu uma erupção de calor. Frustrados com o carregador de frente, colocou a mão no armário e tirou um lenço de lã que havia comprado na Escócia, uniu os quatro cantos, formou um nó, passou sobre o seu ombro e colocou a sua filha dentro. Ela deu um suspiro suave e rapidamente se aninhou para dormir. Era perfeito!
O lenço atado estava bom para os primeiros dias, mas logo descobriram que era difícil de ajustar. Rayner era alto e Sachi baixa e eles tinham que desatar o nó cada vez que revezavam ou quando Sachi queria amamentar.
Rayner tentava desenvolver um método para ajustar rapidamente o tecido sem comprometer a segurança. O método precisava ajustar e regular sem que o bebê escorregasse.
Ele comprou um pedaço de tecido de algodão, esticou no chão e passou três dias dobrando e desdobrando como se fosse um avião de papel.
Por último ele costurou duas argolas de cortina de um lado do tecido e passou o tecido da outra ponta através das argolas.

Não tinham a intenção de fazer negócios pela descoberta, porém com o passar do tempo, muitas pessoas aproximavam e queriam saber onde poderiam obter aquele maravilhoso e prático sling. Assim começou uma pequena indústria de sling artesanais para estas pessoas que encomendavam.
Rayner e sua família fizeram uma enorme contribuição para o "babywearing" moderno. Ele deu ao simples pano indígena um "design" moderno, fez uma ponte entre a antiga maneira de carregar bebês e a tecnológicos carregadores da sociedade moderna: carrinhos, mochilas estruturadas e bebê confortos. Ele criou um sling confortável e prático para os pais modernos.
Foto tirada em Waikiki, Oahu





























